Jesus Cristo Joseval Oliveira

Jesus Cristo, morte por minha causa!

Após o pecado ter entrado no mundo por nosso pai Adão que desobedeceu as ordens de Deus ainda no Jardim da felicidade o Éden, ficou a humanidade destituída da glória de Deus e sentenciada a julgamento de morte. Uma vez todos os seres humanos mortos em seus delitos e pecados diante de Deus, na terra não haveria ninguém que pudesse absorver e ou resgatar de volta tal culpa caída sobre todos. Mas Deus nosso Pai sendo rico em misericórdias, pelo seu amor para com muitos e diante da criação ter sido manchada pelo pecado; resolveu resgatar muitos dos que caíram, enviando dos céus a Jesus Cristo seu único Filho que nada teve a ver com a desobediência humana. E em tempo determinado, vindo o Messias, se fez carne em corpo humano; tornou-se um de nós sem pecados, para poder pagar e resgatar tal dívida. No devido tempo do seu reino, foi Jesus como diz as Escrituras, entregue as autoridades depois de ter feito apenas o bem a toda humanidade para ser morto no meu, no seu, no nosso lugar, senão na morte todos nós iríamos para a condenação eterna no inferno com Satanás. Após um complô de traição envolvendo dinheiro por sua entrega às autoridades por um dos seus discípulos Jesus foi preso. A sua prisão na ótica humana foi traição; mas na verdade ele não foi capturado; ele caminhou para o matadouro e se entregou como oferta viva e pura sem mácula pelos nossos pecados. Se o plano de venda de sua prisão foi arquitetado por alguns; segundo as Escrituras já estava determinado que Ele mesmo é que seria entregue em momento oportuno como assim o fez, pois não foi nenhum forasteiro, nem perseguido, sempre ensinou e pregou publicamente à vista de todos e ninguém o prendeu; tiveram oportunidades, foram algumas vezes até onde ele estava e não o prenderam porque não era chegada a hora. Certa noite após a última ceia com seus apóstolos, foi Jesus para o monte orar com eles, e lá mediante o plano de Judas de o entregar às autoridades por dinheiro; o beijou traiçoeiramente como sinal da pessoa certa a ser levada pelos soldados. Após o prenderem Pedro um dos seus apóstolos decepou a orelha de um dos soldados, mas Jesus prontamente pediu para curá-lo e restituiu-lhe a orelha no lugar e disse: [“Embainha a tua espada porque todos que lançam mão da espada por ela mesma perecem; por acaso não posso eu rogar a meu Pai e ele me enviaria neste momento mais de doze legiões de anjos? Como pois se cumpririam as Escrituras as quais assim deve suceder?”] Mt 26.52,53. Nesse momento todos os seus discípulos fugiram deixando-o só, sendo levado à casa de Caifás sumo sacerdote onde anteriormente haviam se reunido para o condenar e o matar. Estava agora Jesus diante dos seus mais ferrenhos adversários que sempre desejaram incriminá-lo ouvindo as mais absurdas acusações e insultos. Procuravam várias testemunhas para que testemunhassem falsamente dele até que compareceram duas e disseram: “Ele falou que podia destruir o santuário de Deus e reedificá-lo em três dias”! E Jesus permaneceu calado. Então o sumo sacerdote perguntou: Não respondes nada ao que estes depõem contra ti? E Jesus guardou silêncio. O sumo sacerdote então diz: Eu te conjuro pelo Deus vivo que nos diga se tu és o Cristo, o Filho de Deus. E Jesus disse: Tu o disseste; a partir de agora vereis o Filho do Homem assentado à direita do Todo Poderoso e vindo entre as nuvens do céu. Então o sumo sacerdote disse: Que mais provas precisamos ter? Blasfemou! não precisamos mais de testemunhas! Nesse momento mesmo, iniciaram a seção de torturas, cuspindo-lhe no rosto , dando-lhe murros; o esbofeteando cruelmente e zombando diziam: Profetiza agora ó Cristo quem te bateu! Ao amanhecer o amarraram e levaram ao governador Pilatos para ser sentenciado a morte. Quando Judas viu que fora levado a Pilatos, sentiu remorso, devolvendo as trintas moedas da traição para o local do santuário no templo e foi enforcar-se. Então os sacerdotes não achando viável oferecer tal oferta de sangue inocente à casa de Deus, compraram um campo para cemitério de pessoas forasteiras. Essa profecia se cumpriu como está escrito pelo profeta Jeremias onde diz: “Tomaram as trintas moedas de prata, preço em que foi estimado aquele a quem alguns dos filhos de Israel avaliaram: e as deram pelo campo do oleiro, assim como o Senhor me ordenou”. Quando Jesus chegou na presença de Pilatos, este perguntou: És tu o rei dos Judeus? Jesus disse: Tu o dizes!

Os principais sacerdotes e anciãos continuaram com as mesmas seções de acusações de anteriormente e Pilatos pergunta a Jesus: Não ouves quantas acusações te fazem? Mas Jesus não respondendo nenhuma palavra deixou o governador grandemente admirado. Acontecia que anualmente antes da festa da páscoa, o governador sempre absolvia um preso conforme a vontade do povo. E nesse ínterim, encontrava-se um sentenciado chamado Barrabás que já era muito conhecido da população, então Pilatos perguntou ao povo quem queriam que ele soltasse, a Barrabás ou a Jesus? e todos preferiram que soltasse o ladrão Barrabás. Face essa decisão, Pilatos achou-se livre da culpa de condenar Jesus, lavou as mãos na frente do povo e mandou que levassem Jesus para ser crucificado. O povo assumiu todo o processo dizendo: Caia sobre nós o sangue e sobre nossos filhos! Após essa decisão, os saldados levaram Jesus para o pretório, reuniram em torno dele toda a coorte de acusadores, tiraram-lhe a roupa, cobriram-lhe com um manto vermelho, fizeram uma coroa de espinhos puseram-lhe na cabeça, e na mão direita lhe deram um caniço. Ajoelharam-se na sua frente e escarneciam afrontosamente dizendo: Salve, rei dos judeus! Cuspiram-lhe no rosto, tomaram o caniço da mão e lhe bateram na cabeça. Após terem escarnecido o quanto puderam, lhe tiraram o manto vermelho e lhe vestiram as suas próprias vestes o levando para crucificar. No caminho obrigaram a um homem de Cirene chamado Simão, a levar a sua cruz até o lugar da morte. Chegando lá, no lugar chamado Gólgota, ou Lugar da Caveira, lhe deram vinho com fel, mas ele provando, não quis beber. Então tiraram suas vestes repartiram entre si tirando sortes, o pregaram na cruz e sentaram para aguardar sua expiração. Na identificação acima da sua cabeça fizeram uma inscrição com o nome “ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS”.

No momento da sua crucificação estavam também crucificados dois malfeitores um de cada lado que também zombavam dele; mesmo estando em igual situação pregados numa cruz. Todos os que passavam juntamente com os principais sacerdotes, anciãos, escribas, soltavam afrontas dizendo: Ó tu que destróis o santuário e o reedificas em três dias! Salva-te a ti mesmo, se és Filho de Deus, e desce da cruz! Salvou os outros, a si não pode salvar-se. É rei de Israel! Desça da cruz, e creremos nele. Confiou em Deus; pois venha livrá-lo agora, se, de fato, lhe quer bem; porque disse: Sou Filho de Deus. Essas mesmas afrontas tinham o apoio dos dois malfeitores crucificados com ele, até que um deles foi por Deus alcançado para ser de Jesus; tocado de remorso disse: Senhor, lembra-te de mim quando vieres no teu reino! E Jesus lhe disse: Hoje mesmo estarás comigo no paraíso. Nesse dia desde a hora sexta até a hora nona o dia ficou escuro como trevas, e por volta da hora nona, as três horas da tarde Jesus entregou sua alma ao Pai. Nesse momento o véu do santuário lá no templo se rasgou de alto a baixo em duas partes numa força inexplicável, uma vez que era muito grosso; houve então um tremor de terra, as pedras se racharam, os sepulcros se abriram e muitos corpos de santos, que dormiam, ressuscitaram; e saindo dos sepulcros depois da ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram a muitos. Só depois desses acontecimentos é que o centurião e os que aguardavam a sua morte, disseram: “Verdadeiramente este era Filho de Deus”. Levaram o corpo para uma tumba nunca usada anteriormente, e após três dias Jesus ressuscita como antes dissera. Depois de quarenta dias ainda na terra subiu aos céus à vista de mais de quinhentas pessoas; de onde nós os que cremos nele o aguardamos para entrarmos juntos no seu reino conforme ele prometeu, que das ovelhas que o Pai lhe deu nenhuma se perderia das suas mãos e ainda ressuscitava-lhes no último dia!

Por Pb Joseval Oliveira

Imagem extraída da internet sem fins de propriedade particular

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