Jesus Cristo Joseval Oliveira

A última semana de Jesus

DOMINGO: Jesus entra em Jerusalém. Mt 21.1-11; Mc 11.1-11a; Lc 19.28-44; Jo 12.12-19.

Ele passa a noite na cidade próxima a Jerusalém que é Betânia. Mt 21.17; Mc 11.11b.

SEGUNDA-FEIRA: Jesus amaldiçoa uma figueira. Mt 21.18-22; Mc 11.12-14, 20-25.

Ele vai ao templo. Mt 21.12-16; Mc 11.15-18; Lc 19.45-48.

Jesus volta a Betânia. Mt 21.17; Mc 11.19.

TERÇA-FEIRA: Jesus ensina no templo. Mt 21.23—23.39; Mc 11.27—12.44; Lc 20.1-47.

A oferta da viúva pobre. Mc 12.41-44; Lc 21.1-4.

Jesus fala sobre a destruição do templo e a vinda do Filho do Homem. Mt 24.1—25.46; Mc 13.1-37; Lc 21.5-38.

QUARTA-FEIRA: O plano para matar Jesus. Mt 26.1-5; Mc 14.1-2.

Jesus em Betânia. Mt 26.6-13; Mc 14.3-9; Jo 12.1-8.

Conspiração contra Jesus. Mt 26.14-16; Mc 14.10-11; Lc 22.1-6.

QUINTA-FEIRA: Jesus comemora a Páscoa. Mt 26.17-25; Mc 14.12-21; Lc 22.7-16.

A ceia do Senhor. Mt 26.26-30; Mc 14.22-26; Lc 22.17-23; 1Co 11.23-25.

Jesus lava os pés dos discípulos. Jo 13.1-20.

Jesus avisa Pedro. Mt 26.31-35; Mc 14. 27-31; Lc 22.31-34; Jo 13.36-38.

Jesus consola os discípulos. Jo 14.1—16.33.

Ele ora a favor dos discípulos. Jo 17.1-26.

No jardim do Getsêmani. Mt 26.36-46; Mc 14.32-42; Lc 22.39-46.

Jesus é preso. Mt 26.47-56; Mc 14.43-52; Lc 22. 47-53; Jo 18.1-12.

Diante do Sinédrio. Mt 26.57-68; Mc 14.53-65; Lc 22. 54a,66,71; Jo 18.19-24.

Pedro nega Jesus. Mt 26.68-75; Mc 14.66-72; Lc 22.54-62; Jo 18.15-18,25-27.

SEXTA-FEIRA: Pilatos condena Jesus a morte. Mt 27.1-2, 11-31; Mc 15.1-20; Lc 23.-25; Jo 18.28—19.16.

Às nove horas da manhã, Jesus é crucificado. Mt 27.32-44; Mc 15.21-32; Lc 23.26-43; Jo 19.17-27. Às três horas da tarde, Jesus morre. Mt 27.45-56; Mc 14.33-41; Lc 23.44-49; Jo 19.28-30.

Um soldado fura o lado de Jesus. Jo 19.31-37.

Jesus é sepultado antes do pôr do sol. Mt 27.57-61; Mc 14.42-47; Lc 23.50-56; Jo 19.38-42

Antes dessa semana mencionada, Jesus comeu a última ceia aqui na terra com seus apóstolos. A refeição sacramental da nova aliança nasceu do AT; pode-se ver os paralelos entre essa passagem e Êxodo 24.9-11. Jesus tomou dois elementos da refeição pascal — o pão e o vinho (os outros elementos são ervas amargas, o molho e o cordeiro) — para expressar a sua nova obra de redenção. Quando Jesus disse que o pão era o seu corpo, o partir do pão feito por Jesus e compartilhado, representa vividamente o sacrifício de Jesus em oferecer seu próprio corpo para morrer em “favor de muitos”. Quando Jesus disse que o vinho era o seu sangue, as palavras de Jesus sobre o vinho devem ser compreendidas à luz da história da Páscoa, na qual o sangue do cordeiro sacrificado cobriu ou protegeu o povo da ira de Deus contra seus pecados e rebelião (Êx 12.29-30) Quando Jesus fala que é o sangue da [nova] aliança, essa frase vem de Êxodo 24.8, e recorda o fato de que as alianças bíblicas eram seladas com sangue (Gn 15.9-21; 17.9-14; Êx 24.4-8). Quando Jesus expressa que seria derramado esse sangue em favor de muitos, estava fazendo referência a Isaías 53.12, uma passagem na qual o servo do Senhor “derramou a sua alma na morte” e ” levou sobre si o pecado de muitos”. Em seguida Jesus afirma que jamais beberia novamente daquele vinho com eles, profetizando a iminência de sua morte. Literalmente, ele morreria antes que pudesse beber outro copo de vinho, num contexto de refeição. A seguir ele diz que só iria beber, novo no reino de Deus. Ele expressou sua fé em Deus, que em última análise não o abandonaria na morte. Jesus celebrará uma grande festa com seus seguidores na nova terra e no novo céu (Apocalipse 19.7-9)

Fonte: Bíblia Sagrada

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